sábado, agosto 30, 2008

Aviso

Como estes sinais acabam por ficar sempre com as letras apagadas, quando era miúdo tinha muita dificuldade em entender o seu propósito.

sexta-feira, agosto 29, 2008

Zuerst die Füsse


Seguramente isto não é uma obra de arte, mas uma blasfémia e uma peça de lixo repugnante que perturba muito as pessoas. A decisão de manter a estátua é inaceitável. É uma ofensa grave à população católica.

diz Franz Pahl, presidente do governo regional de Südtirol, no Norte de Itália (que até entrou em greve de fome... só o Franz Pahl, não o Norte de Itália todo.) sobre esta escultura de Martin Kippenberger. Franz Pahl tem o apoio do Ministério da Cultura e de Joseph Ratzinger.

A direcção do Museion, museu de arte contemporânea e moderna de Bolzano, decidiu que a estátua fica.

Nas palavras de Zack de la Rocha: Fuck you, I won't do what you tell me!

via Público

Neighbors | Brooklyn Bridge Park


As duplas exposições, ou Neighbors, de Damon Winter para o New York Times.

via Vincent Laforet

quinta-feira, agosto 28, 2008

Clayton "Seige" Cubitt


I'm not trying to claim that I am better than the average pornographer or the average photographer. I’m just saying I really care about bringing out the beauty in whatever I'm shooting.

Portfolio e blog dele.

Muito do seu trabalho pessoal está decididamente no limite do pornográfico, que fica ali perto do limite do bom gosto (não estou a falar do que aqui coloquei). Gosto mais dele quando é menos literal, como o que aqui coloquei. Mas a força dele está decididamente na brutalidade das tais literalidades.

quarta-feira, agosto 27, 2008

segunda-feira, agosto 25, 2008

Sexworker w. client I


no 20x200 Project, por Kate Orne, mentora do projecto My Faraway Family.

Esta faz parte de uma série chamada Brothels and Fundamentalism. É material fascinante.

domingo, agosto 24, 2008

Idris Khan

Idris Khan


Layers e mais layers de Idris Khan, que como se topa com alguma facilidade é responsável pelas capas do material mais recente dos Editors.

Imagem roubada daqui.
Mais aqui e aqui.

Broken Tape


Belo!

por Merdanchik, via FormFortyFive

Infinito junto ao mar

Wall.e


A primeira meia hora ou assim, em que o filme é (praticamente) mudo e vemos o pequenito a coleccionar pérolas do lixo, a encontrar interesse numa vida de rotina maçadora - em que o filme nos convence que um robô digital é mesmo feliz, curioso - é magia pura.

Os momentos em que Wall.e "chega a casa" e tira os trilhos das rodas como quem tira os sapatos, quando se encarta todo com medo e se transforma num cubo, quando enrola as "mãos" uma na outra, quando carrega as baterias ao sol e liberta um Macintosh startup chime - é impossível não reconhecer uma personalidade, aquele robô é uma personagem total, não é um adereço fofinho.

Quando o filme deixa a terra perde algum do interesse - ganha ritmo, mas estou convencido que a piada está toda naquele quotidiano inventado da primeira meia hora. Por essa primeira meia hora vale tudo a pena. Wall.e o filme, não se aguenta muito bem; Wall.e a personagem, é trabalho de génio.

sábado, agosto 23, 2008

Rachel Papo: Serial No. 3817131 #23


via NOTCOT

All is theatre


Tim Walker é representado pela Thomas Treuhaft e faz coisas para a Vogue.

Porquê?

"Each magazine page of Vogue is really a stage. Everything on that page is pure make believe. Nothing is to be taken seriously; all is theatre."
Alexander Liberman

via Design Museum

sexta-feira, agosto 22, 2008

TATE Modern

High as a kite



Elton John, Rocket Man, Honky Château (MCA, 1972)

Mars ain't the kind of place to raise your kids
In fact it's cold as hell
And there's no one there to raise them if you did
And all this science i don't understand
It's just my job five days a week
A rocket man, a rocket man

100%



Havia uma loja de disco usados. Era coisa de fábula.

Sonic Youth, 100%, Dirty (Geffen, 1992).

Homenagem aos perdidos

Fodemos metade de um cartão de fotos, porque fomos forretas e um bocado tansos. Está feita a homenagem aos mortos, em breve a aterragem, agora o duche.

terça-feira, agosto 12, 2008

Chaplin, sans Chaplin

Richard Avedon

Nova Iorque, 13 de Setembro de 1952. Por Richard Avedon.

Acho que nunca o tinha visto assim.

Bangle butts e outras curvas


Fase do processo de design do novo BMW 7 series. Vale pelas imagens e percepção dos bocadinhos de artesão que há naqueles gajos.

O texto é treta de marketing, mas há umas partes que me parecem ser bem verdade na BMW de hoje, como isto: The interplay of concave and convex surfaces so typical of BMW generates highly effective light and shade lines.

Aquelas superfícies côncavas limitadas por vincos que os BMWs da era Bangle têm na lateral. Matam-me aos bocadinhos. Dizem que não são muito fotogénicas (dão uma ideia de vazio estrutural) mas porra, é bonito que se farta na estrada.

segunda-feira, agosto 11, 2008

sexta-feira, agosto 08, 2008

terça-feira, agosto 05, 2008

There is power in the blood!

Paramout Vantage/Miramax Films

There Will Be Blood é uma agressão.
A realização de Paul Thomas Anderson, a fotografia de Robert Elswit, a música de Jonny Greenwood, as performances de Daniel Day Lewis e Paul Dano. Acreditem em tudo o que dizem, este filme é gigante.

Até o final, que ameaça ser tristonho e meio chato se transforma subitamente numa sequência alucinada entre God is a superstition! e I drink your milkshake!.

I'm finished.

segunda-feira, agosto 04, 2008

Um vislumbre de humanidade dentro da máquina

Scout Tufankjian

A Scout Tufankjian acompanhou Barack Obama pela estrada e tirou umas fotos. Há vislumbres de humanidade e uma fotos muito engraçadas dos serviços secretos. Muito bom.

via 2point8

Piscinas municipais, Santa Maria da Feira

You Came To Me



dos Beach House, Devotion (Carpark, 2008).

Esta é hipnótica. Muito boa para conduzir ao fim do dia.

hands over your eyes
recalling your size

domingo, agosto 03, 2008

Parliament, Reykjavik

Christian Weber. "A Reason To Believe".

(Foi ele que realizou um fantástico anúncio para a Lenovo chamado "Anthem")

via Booooooom!

sexta-feira, agosto 01, 2008

New York, NY, 1946


"We thought people were funny, or, we thought the sadness of it made us laugh".
Louis Faurer

O we é (pelo menos) ele e Robert Frank, com quem partilhou laboratório na Nova Iorque dos anos 40.

A foto foi roubada daqui.